strange to live, but rare to die.

 

10/20/2010 - Photo


Aprendi que eu não posso exigir o amor de ninguém, posso apenas dar boas  razões para que gostem de mim e ter paciência, para que a vida faça o  resto. Aprendi que não importa o quanto certas coisas sejam importantes  para mim, tem gente que não dá a mínima e eu jamais conseguirei  convencê-las. Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e  destruí-la em apenas alguns segundos. Eu aprendi… Que posso fazer algo  em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida. Que por mais  que se corte um pão em fatias, esse pão continua tendo duas faces, e o  mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho. Aprendi… Que vai  demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter  paciência. Mas, aprendi também, que posso ir além dos limites que eu  próprio coloquei. Aprendi que preciso escolher entre controlar meus  pensamentos ou ser controlado por eles. Que os heróis são pessoas que  fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independentemente do  medo que sentem. Aprendi que perdoar exige muita prática. Que há muita  gente que gosta de mim, mas não consegue expressar isso. Aprendi… Que  nos momentos mais difíceis a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu  achava que iria tentar piorar as coisas. Aprendi que posso ficar  furioso, tenho direito de me irritar, mas não tenho o direito de ser  cruel. Que jamais posso dizer a uma criança que seus sonhos são  impossíveis, pois seria uma tragédia para o mundo se eu conseguisse  convencê-la disso. Eu aprendi que meu melhor amigo vai me machucar de  vez em quando, que eu tenho que me acostumar com isso. Que não é o  bastante ser perdoado pelos outros, eu preciso me perdoar primeiro.  Aprendi que, não importa o quanto meu coração esteja sofrendo, o mundo  não vai parar por causa disso. Eu aprendi… Que as circunstâncias de  minha infância são responsáveis pelo que eu sou, mas não pelas escolhas  que eu faço quando adulto. Aprendi que numa briga eu preciso escolher de  que lado estou, mesmo quando não quero me envolver. Que, quando duas  pessoas discutem, não significa que elas se odeiem; e quando duas  pessoas não discutem não significa que elas se amem. Aprendi que por  mais que eu queira proteger os meus filhos, eles vão se machucar e eu  também. Isso faz parte da vida. Aprendi que a minha existência pode  mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi  antes. Aprendi também que diplomas na parede não me fazem mais  respeitável ou mais sábio. Aprendi que as palavras de amor perdem o  sentido, quando usadas sem critério. E que amigos não são apenas para  guardar no fundo do peito, mas para mostrar que são amigos. Aprendi que  certas pessoas vão embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que  desejemos retê-las para sempre. Aprendi, afinal, que é difícil traçar  uma linha entre ser gentil, não ferir as pessoas, e saber lutar pelas  coisas em que acredito.

Foto by : @giih_calicchio

Aprendi que eu não posso exigir o amor de ninguém, posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e ter paciência, para que a vida faça o resto. Aprendi que não importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim, tem gente que não dá a mínima e eu jamais conseguirei convencê-las. Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destruí-la em apenas alguns segundos. Eu aprendi… Que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida. Que por mais que se corte um pão em fatias, esse pão continua tendo duas faces, e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho. Aprendi… Que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paciência. Mas, aprendi também, que posso ir além dos limites que eu próprio coloquei. Aprendi que preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlado por eles. Que os heróis são pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independentemente do medo que sentem. Aprendi que perdoar exige muita prática. Que há muita gente que gosta de mim, mas não consegue expressar isso. Aprendi… Que nos momentos mais difíceis a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas. Aprendi que posso ficar furioso, tenho direito de me irritar, mas não tenho o direito de ser cruel. Que jamais posso dizer a uma criança que seus sonhos são impossíveis, pois seria uma tragédia para o mundo se eu conseguisse convencê-la disso. Eu aprendi que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando, que eu tenho que me acostumar com isso. Que não é o bastante ser perdoado pelos outros, eu preciso me perdoar primeiro. Aprendi que, não importa o quanto meu coração esteja sofrendo, o mundo não vai parar por causa disso. Eu aprendi… Que as circunstâncias de minha infância são responsáveis pelo que eu sou, mas não pelas escolhas que eu faço quando adulto. Aprendi que numa briga eu preciso escolher de que lado estou, mesmo quando não quero me envolver. Que, quando duas pessoas discutem, não significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas não discutem não significa que elas se amem. Aprendi que por mais que eu queira proteger os meus filhos, eles vão se machucar e eu também. Isso faz parte da vida. Aprendi que a minha existência pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes. Aprendi também que diplomas na parede não me fazem mais respeitável ou mais sábio. Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem critério. E que amigos não são apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que são amigos. Aprendi que certas pessoas vão embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos retê-las para sempre. Aprendi, afinal, que é difícil traçar uma linha entre ser gentil, não ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.

Foto by : @giih_calicchio